Sincondroses esternais (latim: synchondroses sternales)

Também chamadas articulação esternal

Este nome aparece na descrição do esterno em um livro-texto japonês de anatomia, mas não em seu índice. Provavelmente é usado ali no sentido de articulação manubrioesternal.

Esse livro-texto descreve o corpo do esterno aproximadamente da seguinte forma. Situa-se abaixo do manúbrio; é achatado e longo no sentido vertical, e sua parte inferior é às vezes alargada. Como conserva sua medula óssea hematopoética no adulto, é usado para a punção de medula óssea. Sua face anterior (da qual se origina o músculo peitoral maior) e sua face posterior (à qual se fixa o músculo transverso do tórax) são ambas ligeiramente côncavas; a parte esternal do diafragma origina-se da face posterior do processo xifoide, abaixo. Sua margem superior une-se ao manúbrio: entre eles há uma articulação esternal cartilagínea, cuja cartilagem pode ossificar-se mais tarde na vida, de modo que as duas partes se fundem.

Outra fonte usa o nome em sentido coletivo: as sincondroses esternais são as duas articulações entre as três partes do esterno, a articulação manubrioesternal e a articulação xifoesternal.

O esterno se forma a partir de várias peças e, no adulto, geralmente permanecem duas articulações entre suas três partes. A articulação manubrioesternal situa-se no ângulo do esterno; a articulação xifoesternal une o corpo e o processo xifoide. Ambas começam como cartilagem e frequentemente se ossificam com a idade, a articulação xifoesternal mais cedo que a manubrioesternal. As fontes em inglês também diferem: algumas usam 'sternal joint' apenas para a articulação manubrioesternal, outras para as duas articulações em conjunto.

Referências e fontes

  1. Leitura complementar: Esterno, Wikipedia.
  2. Federative International Programme for Anatomical Terminology (FIPAT). Terminologia Anatomica, 2ª ed. (TA2), 2019.