Fissura petrotimpânica (latim: fissura petrotympanica)

Também chamada fissura de Glaser

A fissura petrotimpânica é a fenda no osso temporal entre a parte timpânica e a parte petrosa (seu teto do tímpano), cuja extremidade medial fica perto da espinha do esfenoide; dá passagem a corda do tímpano artéria timpânica anterior veias timpânicas
Osso temporal: um dos ossos do neurocrânio (8 ossos de 6 tipos)
Osso
temporal

Na face inferior do crânio, a fissura cruza a fossa mandibular, separando sua parte anterior (articular) da parte posterior formada pela placa timpânica; medialmente, termina perto da espinha do esfenoide. Abre-se na cavidade timpânica logo acima e à frente do anel que sustenta a membrana timpânica, como uma fenda de cerca de 2 mm de comprimento.

Abriga o processo anterior e o ligamento anterior do martelo e dá passagem à artéria timpânica anterior e às veias timpânicas. A corda do tímpano deixa a cavidade timpânica por ela ou por um pequeno canal em sua extremidade medial (as fontes divergem) e depois se une ao nervo lingual.

Também é chamada fissura de Glaser, em homenagem ao anatomista suíço Johann Heinrich Glaser. Algumas fontes usam os nomes fissura escamotimpânica ou fissura timpanoescamosa para a mesma linha vista de baixo; a rigor, o teto do tímpano divide essa linha em uma parte petroescamosa, à frente, e a parte petrotimpânica, atrás. Compare com a fissura petro-occipital, entre a parte petrosa e o osso occipital.

Sites de referência

[Wikipedia]

· Petrotympanic fissure, Wikipedia (em inglês).

· Chorda tympani, Wikipedia (em inglês).

[Sites com ilustrações]

· The temporal bone (TeachMeAnatomy, em inglês)

· Temporal bone: anatomy, parts, sutures and foramina (Kenhub, em inglês)

· Chorda tympani (Kenhub, em inglês)

Referências e fontes

  1. Leitura adicional: Petrotympanic fissure, Wikipedia (em inglês).
  2. Federative International Programme for Anatomical Terminology (FIPAT). Terminologia Anatomica, 2ª ed. (TA2), 2019.